Android lidera mercado até 2016

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O sistema operacional Android, do Google, está em 68% dos smartphones vendidos neste ano. O dado é da consultoria IDC.

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Os outros 32% do mercado são divididos entre os demais smartphones: iOS, da Apple, tem 18,8%; Symbian, BlackBerry OS e Windows Phone dividem os outros 13,2%.

Segundo analistas da empresa, o Android manterá a liderança até 2016, quando terá 64% do mercado. Anteriormente, o único sistema que conseguiu ter tanto mercado assim foi o Symbian.

Os fatores para o Android liderar o mercado são muitos. O mais importante deles, diz o IDC, é a possibilidade do sistema funcionar em smartphones menos potentes – os chamados celulares de entrada. Desse modo, as fabricantes de aparelhos conseguem criar diversos modelos baratos para oferecer ao mercado.

Além disso, o Google tem uma estratégia bem aberta com seus parceiros. Os fabricantes, por exemplo, podem modificar bastante o sistema para adequá-lo aos seus smartphones.

Outro fator é a grande oferta de apps no mercado e o interesse de desenvolvedores de fazer programas para o sistema – coisa que torna o Android popular entre geeks.

Híbrido da Asus com Windows RT será mais caro tanto quanto novo iPad de 32 GB

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Caíram na rede as especificações técnicas e preços dos novos híbridos de tablet com notebook da Asus: o Vivo Tab RT, o Vivo Tab e o Taichi. Todos terão o novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 8, e configurações bem interessantes. Mas quem quiser adquirir um deles vai ter que pagar caro, já que o modelo mais básico terá o mesmo preço de um novo iPad com 32 GB de capacidade interna.

O representante mais barato do trio, o Vivo Tab RT, possui processador quad-core Tegra 3, tela de 10,1 polegadas e sai de fábrica sem acessórios – não inclui nem mesmo o teclado. Mesmo assim, vai ser vendido, de acordo com as especulações, por US$ 600 (cerca R$ 1,2 mil). Valor idêntico ao do Novo iPad, da Apple, com 32 GB.

O Asus Vivo Tab, por sua vez, tem chipset Intel Atom, tela de 11,6 polegadas e vai custar US$ 799 (R$ 1,6 mil), com o dock de teclado sendo incluído por mais US$ 199 (R$ 400). Já o modelo Taichi, cuja principal característica é a presença de duas telas de 11,6 polegadas (uma em cada lado do aparelho) e 1920×1080 pixels de resolução, sai pelo alto valor de US$ 1,3 mil (R$ 2,6 mil).

Os produtos da Asus, portanto, têm preços estipulados bem maiores do que o Surface, que chega para ser um dos principais tablets com Windows 8 do ano. O aparelho da Microsoft deve ser vendido por um valor entre US$ 199 (R$ 400) e US$ 299 (R$ 600), e chegou a gerar revolta nos concorrentes, que consideram o preço desleal.

Tablet da Amazon tem recepção fraca de analistas nos EUA

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O novo tablet de 199 dólares da Amazon foi recebido com pouco entusiasmo por alguns dos resenhistas mais importantes de produtos eletrônicos dos Estados Unidos, o que pode representar um tropeço para o esforço da empresa de ampliar sua participação de mercado em um dos segmentos mais quentes da indústria de tecnologia.

David Pogue, do New York Times, afirmou que o novo Kindle Fire HD, de 7 polegadas, não tem câmera traseira, navegação por GPS, reconhecimento de voz e fica aquém do Apple iPad, mais caro, em espessura, tamanho e definição de tela, velocidade de acesso à Web, eficiência do software e disponibilidade de aplicativos.

Walt Mossberg, do Wall Street Journal, disse que o novo Kindle Fire HD não é tão “bem acabado, fluido ou versátil” quanto o iPad. Após uso prolongado, alguns aplicativos e conteúdo demoram mais a ser iniciados e páginas da Web são carregadas mais devagar que no iPad, acrescentou.

Anúncios “atacam” os usuários cada vez que ligam o aparelho ou o reativam depois de uma pausa, apontou Mossberg. A Amazon anunciou no final de semana que os usuários poderão desativar os anúncios por 15 dólares.

A revista Consumer Reports destacou a limitação no número de aplicativos disponíveis para o aparelho, apontando também que a memória aumentou, para 16 gigabytes, mas continua limitada. O tablet é vendido sem carregador, o que a revista definiu como “irritante”.

“Talvez não seja o produto ideal para todos”, definiu Paul Reynolds, editor de eletrônicos na Consumer Reports.

Uma porta-voz da Amazon não respondeu a pedidos de comentários sobre as resenhas, na quarta-feira.

A nova linha de tablets da Amazon, lançada na semana passada, é crucial para a meta da empresa de vender mais conteúdo digital, como livros eletrônicos, música, videogames e aplicativos.

As resenhas podem afastar alguns compradores, mas o preço baixo dos novos tablets Kindle deve garantir vendas sólidas, dizem analistas.

“O Kindle Fire original também teve críticas mornas no ano passado, mas vendeu bem desde o começo”, disse R. J. Hottovy, analista de ações da Morningstar. “O software, recursos e serviços que o produto oferece são intrigantes o bastante para atrair consumidores.”

A Consumer Reports não terminou a avaliação do Kindle Fire HD de 7 polegadas, mas Reynolds afirmou que o aparelho da Amazon “parece um competidor bem promissor”.

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